quarta-feira, 11 de julho de 2012

Prezado Gestores,

                  A Coordenação do Colegiado Escolar CAP/SUPAV/SEC retornará no período de 17 a 19/07/2012 a Formação Continuada do Colegiado - acesso ao Sistema Escolar/Colegiado. 
           Solicitamos a V. Sa. especial atenção para o cronograma no qual sua Escola foi programada (data,sala,turno).



LISTAGEM CURSISTA – COLEGIADO ESCOLAR 2012 - DATA 17/07/2012
SALA 01 – NTE 02/LABORATÓRIO - TURNO MATUTINO

Ord.
Nome da Escola
Município
1
Centro Educacional Doutor Aloysio de Castro
Amélia Rodrigues
2
Colégio Estadual Luiz Navarro de Brito
Amélia Rodrigues
3
Colégio Estadual Maria Teófila
Amélia Rodrigues
4
Educandário Imaculado Coração de Maria
Amélia Rodrigues
5
Escola Estadual São Bento do Inhatá
Amélia Rodrigues
6
Centro de Educação Presidente Tancredo Neves
Conceição do Jacuípe
7
Colégio Estadual Conceição do Jacuípe
Conceição do Jacuípe
8
Colégio Estadual Domingos Barros de Azevedo
Conceição do Jacuípe
9
Escola da Associação Beneficente de Proteção a Juventude
Conceição do Jacuípe
10
Escola Primitiva de Azevedo Moraes
Conceição do Jacuípe
11
Centro Educacional São José
Santa Bárbara
12
Colégio Estadual Professor Carlos Valadares
Santa Bárbara



















SALA 02 – NTE 02/LABORATÓRIO - TURNO MATUTINO


Ord.
Nome da Escola
Município
1
Colégio Estadual José Antônio de Almeida
Santanópolis
2
Colégio Estadual Colomba Daltro
Coração de Maria
3
Colégio Estadual Dom Pedro II
Coração de Maria
4
Colégio Estadual Maria José de Lima Silveira
Coração de Maria
5
Colégio Estadual Rômulo Galvão
Coração de Maria
6
Colégio Municipal Manoel Novais
Coração de Maria
7
Colégio Estadual José Rufino
Candeal
8
Colégio Estadual Wilson Falcão
Candeal
9
Colégio Estadual Aristides Cedraz de Oliveira
Ichu
10
Colégio Estadual Luiz Julio Carneiro
Ichu
11
Colégio Estadual Arthur Vieira de Oliveira
Anguera
12
Colégio Estadual Joaquim Inácio de Carvalho
Irará





LISTAGEM CURSISTA – COLEGIADO ESCOLAR 2012 - DATA 18/07/2012
SALA 01 – NTE 02/LABORATÓRIO - TURNO MATUTINO


Ord.
Nome das Escolas
Município
1
Colégio Estadual Normal de Pintadas
Pintadas
2
Colégio Estadual Áureo Filho
Ipecaetá
3
Colégio Estadual Eulina Piaggio de Oliveira
Ipecaetá
4
Escola Yeda Barradas Carneiro
Ipecaetá
5
Colégio Estadual Nossa Senhora de Lourdes
Serra Preta
6
Colégio Estadual Nossa Senhora do Bom Conselho
Serra Preta
7
Colégio Estadual Renato Medeiros Neto
Serra Preta
8
Escola Papa João Paulo I
Serra Preta
9
Centro Territorial de Educação Profissional da Bacia do Jacuípe
Ipirá
10
Colégio Estadual Maria Evangelina Lima Santos
Ipirá
11
Colégio Estadual Monsenhor Alcides Cardoso
Ipirá
12
Escola Estadual Professora Maria Bastos Melo
Ipirá




SALA 02 – NTE 02/LABORATÓRIO - TURNO MATUTINO

Ord.
Nome das Escolas
Município
1
Colégio Estadual Yeda Barradas Carneiro
Conceição da Feira
2
Escola Herlio Mascarenhas Cardoso
Conceição da Feira
3
Colégio Estadual Luis Eduardo Magalhães
Santo Estevão
4
Colégio Estadual Polivalente de Santo Estevão
Santo Estevão
5
Colégio Estadual Presidente Castelo Branco
Santo Estevão
6
Colégio Estadual Prof. Edite Ferreira Fonseca
Santo Estevão
7
Escola Estadual Luiz Viana Filho
Santo Estevão
8
Colégio Estadual Antônio Carlos Magalhães
Antônio Cardoso
9
Colégio Estadual Prof. Zenilda Fernandes dos Santos Farias
Capela do Alto alegre
11
Colégio Estadual João Barbosa de Carvalho
Feira de Santana
12
Colégio Estadual Yeda Barrada Carneiro
Feira de Santana




LISTAGEM CURSISTA – COLEGIADO ESCOLAR 2012 - DATA 19/07/2012

SALA 01 – NTE 02/LABORATÓRIO - TURNO MATUTINO


Ord.
Nome das Escolas
Município
1
Colégio Estadual Pedro Falconeri Rios
Pé de Serra
2
Colégio Estadual Dacilda Rios de Oliveira
Riachão do Jacuípe
3
Colégio Estadual Maria Dagmar Miranda
Riachão do Jacuípe
4
Colégio Estadual Professor Dídimo Mascarenhas Rios
Riachão do Jacuípe
5
Colégio João Campos
Riachão do Jacuípe
6
Escola Estadual Osvaldo Cruz
Riachão do Jacuípe
7
Escola Professora Maria José de Lima Silveira
Riachão do Jacuípe
8
Colégio Estadual Nossa Senhora da Conceição
Gavião
9
Colégio Estadual Paulo VI
Feira de Santana
10
Escola Juíza Lourdes Trindade
Feira de Santana
11
Colégio Estadual Padre Henrique Alves Borges
Feira de Santana
12
Colégio Estadual Uyara Portugal
Feira de Santana





SALA 02 – NTE 02/LABORATÓRIO - TURNO MATUTINO


Ord.
Nome das Escolas
Município
1
Colégio Estadual Virgilio Francisco Pereira
Nova Fátima
2
Colégio Estadual Ana Lucia Magalhães
Rafael Jambeiro
3
Colégio Estadual Santo Antonio do Argoim
Rafael Jambeiro
4
Colégio Polivalente de São Gonçalo dos Campos
São Gonçalo
5
Escola Antonio Carlos Magalhães
São Gonçalo
6
Escola Arthur Magalhães
São Gonçalo
7
Escola Estadual Coronel Tibúrcio Barreiros
São Gonçalo
8
Escola Estadual João Durval Carneiro
São Gonçalo
9
Escola Professor Fernando Barreiros Dantas
São Gonçalo
10
Escola Yaya Machado
São Gonçalo
11
Escola Reunidas Antonio Carlos Pedreira
São Gonçalo
12
Colégio Estadual Novis Filho
Tanquinho




LISTAGEM CURSISTA – COLEGIADO ESCOLAR 2012 - DATA 17/07/2012


SALA 01 – NTE 02/LABORATÓRIO - TURNO VESPERTINO

Ord.
Nome das Escolas
Município
1
Colégio Estadual General Sampaio
Feira de Santana
2
Colégio Georgina Soares Nascimento
Feira de Santana
3
Escola Doutor Gamaliel
Feira de Santana
4
Colégio Estadual Eduardo Fróes da Motta
Feira de Santana
5
Escola Estadual Ecilda Ramos de Souza
Feira de Santana
6
Escola da Obra Promocional de Santana
Feira de Santana
7
Colégio Estadual Polivalente de Feira de Santana
Feira de Santana
8
Colégio Estadual Edith Mendes da Gama e Abreu
Feira de Santana
9
Colégio Estadual Reitor Edgar Santos
Feira de Santana
10
Colégio Estadual Eraldo Tinoco de Melo
Feira de Santana
11
Escola Irmã Rosa Aparecida
Feira de Santana
12
Colégio Estadual Georgina de Melo Erismann
Feira de Santana


SALA 02 – NTE 02/LABORATÓRIO - TURNO VESPERTINO


Ord.
Nome das Escolas
Município
1
Escola Antonia Costa
Feira de Santana
2
Colégio Estadual Helena Assis Suzart
Feira de Santana
3
Escola Cooperativa de Ensino Fênix
Feira de Santana
4
Colégio Estadual Wilson Falcão
Feira de Santana
5
Escola Estadual Régis Bittencourt
Feira de Santana
6
Colégio Estadual Doutor Jair Santos Silva
Feira de Santana
7
Colégio Estadual General Osório
Feira de Santana
8
Colégio Modelo Luis Eduardo Magalhães
Feira de Santana
9
Escola Ernestina Carneiro
Feira de Santana
10
Escola Ubaldina Régis
Feira de Santana
11
Colégio Estadual Ernesto Carneiro Ribeiro
Feira de Santana
12
Colégio Estadual Eliana Boaventura
Feira de Santana



LISTAGEM CURSISTA – COLEGIADO ESCOLAR 2012 - DATA 18/07/2012

SALA 01 – NTE 02/LABORATÓRIO - TURNO VESPERTINO

Ord.
Nome das Escolas
Município
1
Colégio Rotary
Feira de Santana
2
Escola do Centro de Assistência Social Santo Antonio
Feira de Santana
3
Centro de Apoio Pedagógico ao Deficiente Visual
Feira de Santana
4
Escola de 1° Grau Evandro Matos
Feira de Santana
5
Colégio Professora Tecla Melo
Feira de Santana
6
Colégio Estadual Durvalina Carneiro
Feira de Santana
7
Escola Estadual Ana Plácida de Oliveira
Feira de Santana
8
Colégio Estadual Odorico Tavares
Feira de Santana
9
Escola Maria Quitéria
Feira de Santana
10
Colégio Estadual Oliveira Brito
Feira de Santana
11
Colégio Estadual Agostinho Fróes da Mota
Feira de Santana
12
Centro de Apoio Pedagógico – CAP
Feira de Santana




SALA 02 – NTE 02/LABORATÓRIO - TURNO VESPERTINO

Ord.
Nome das Escolas
Município
1
Colégio Estadual João Durval Carneiro
Feira de Santana
2
Colégio Estadual de Feira de Santana
Feira de Santana
3
Instituto de Educação Gastão Guimarães
Feira de Santana
4
Colégio Estadual Edvaldo Machado Boaventura
Feira de Santana
5
Colégio Estadual João Baptista Carneiro
Feira de Santana
6
Centro Educacional Cenecista Cônego Cupertino de Lacerda
Feira de Santana
7
Escola Estadual Doutor Carlos Valadares
Feira de Santana
8
Escola da Associação de Proteção à Infância
Feira de Santana
9
Colégio Estadual Edelvira D’ Oliveira
Feira de Santana
10
Escola Infantil São João da Escócia
Feira de Santana
11
Colégio Estadual Padre Vieira
Feira de Santana
12
Escola da Associação Cristã Feminina
Feira de Santana





LISTAGEM CURSISTA – COLEGIADO ESCOLAR 2012 - DATA 19/07/2012

SALA 01 – NTE 02/LABORATÓRIO - TURNO VESPERTINO

Ord.
Nome das Escolas
Município
1
Colégio Estadual Juiz Jorge Farias Góes
Feira de Santana
2
Colégio Estadual Hilda Carneiro
Feira de Santana
3
Colégio Estadual Teotônio Vilela
Feira de Santana
4
Colégio Estadual Imaculada Conceição
Feira de Santana
5
Colégio Estadual de Jaguara
Feira de Santana
6
Escola Professora Celita Franca da Silva
Feira de Santana
7
Escola Estadual Fabíola Vital
Feira de Santana
8
Colégio da Polícia Militar CPM Diva Portela
Feira de Santana
9
Colégio Estadual José Ferreira Pinto
Feira de Santana
10
Centro de Ensino e Cultura Dr. Eduardo Fróes da Motta
Feira de Santana
11
Colégio Estadual Governador Luiz Viana Filho
Feira de Santana
12
Escola de 1° Grau Padre Giovanni Ciresola
Feira de Santana



SALA 02 – NTE 02/LABORATÓRIO - TURNO VESPERTINO


Ord.
Nome das Escolas
Município
1
Escola Monsenhor Mário Pessoa
Feira de Santana
2
Colégio Estadual Professora Maria José de Lima Silveira
Feira de Santana
3
Escola Estadual Itan Guimarães Cerqueira
Feira de Santana
4
Escola Reverendo Severino Soares
Feira de Santana
5
Centro Integrado de Educação Assis Chateaubriand
Feira de Santana
6
Escola Estadual Menino Jesus de Praga
Feira de Santana
7
Colégio Estadual Coriolano Carvalho
Feira de Santana
8
Escola Estadual Godofredo Filho
Feira de Santana
9
Colégio Estadual Carmem Andrade Lima
Feira de Santana
10
Colégio Estadual Edith Machado Boaventura 
Feira de Santana
11
Centro Territorial de Educação Profissional Portal do Sertão
Feira de Santana



terça-feira, 10 de julho de 2012

    

    As coordenadoras do PAIP/DIREC02 Simone, Perpétua, Marilia e Ana Maria marcaram presença no Encontro do AVALIE em Salvador nos dias 05/07 e 06/07/12.

segunda-feira, 9 de julho de 2012

        
                                              
 
              "O estudo da gramática não faz poetas. O estudo da harmonia não faz compositores. O estudo da psicologia não faz pessoas equilibradas. O estudo das "ciências da educação" não faz educadores. Educadores não podem ser produzidos. Educadores nascem. O que se pode fazer é ajudá-los a nascer. Para isso eu falo e escrevo: para que eles tenham coragem de nascer. Quero educar os educadores. E isso me dá grande prazer porque não existe coisa mais importante que educar. Pela educação o indivíduo se torna mais apto para viver: aprende a pensar e a resolver os problemas práticos da vida. Pela educação ele se torna mais sensível e mais rico interiormente, o que faz dele uma pessoa mais bonita, mais feliz e mais capaz de conviver com os outros. A maioria dos problemas da sociedade se resolveria se os indivíduos tivessem aprendido a pensar. Por não saber pensar tomamos as decisões políticas que não deveríamos tomar..."
 
                                                                                        Rubem Alves(Conversas com educadores)

quinta-feira, 5 de julho de 2012

COMUNICADO

Aguardem teremos agora em julho o Encontro do Colegiado Escolar.




* Em greve mais informações.




quarta-feira, 4 de julho de 2012

ARRAIÁ DA DIREC





terça-feira, 3 de julho de 2012



Nesta segunda-feira, 02 de julho, os baianos comemoram a Independência da Bahia. O feriado é uma celebração devido às tropas do Exército e da Marinha conseguirem a separação definitiva do Brasil do domínio de Portugal. Em 1823 as tropas brasileiras entraram na cidade de Salvador, que antes era ocupada pelo exército português tomando a cidade e volta, consolidando a vitória. 2 de julho é uma data de importância nacional, apesar de ser feriado apenas na Bahia.
Independência da Bahia foi um movimento que, iniciado em 1821 (mas com raízes anteriores) e com desfecho em 2 de julho de 1823, motivado pelo sentimento federalista emancipador de seu povo, terminou pela inserção daquela então província na unidade nacional brasileira, durante a Guerra da independência do Brasil.
Aderira Salvador à Revolução liberal do Porto, de 1820 e, com a convocação das Cortes Gerais em Lisboa, em janeiro do ano seguinte, envia deputados como Miguel Calmon du Pin e Almeida na defesa dos interesses locais. Divide-se a cidade em vários partidos, o liberal unindo mesmo portugueses e brasileiros, interessados em manter a condição conquistada com a vinda da Corte para o país de Reino Unido, e os lusitanos interessados na volta ao status quo ante.
Dividem-se os interesses, acirram-se os ânimos: de um lado, portugueses interessados em manter a província como colônia, do outro brasileiros, liberais, conservadores, monarquistas e até republicanos se unem, finalmente, no interesse comum de uma luta que já se fazia ao longo de quase um ano, e que somente se faz unificada com a própria Independência do Brasil a partir de 14 de junho de 1823, quando é feita na Câmara da vila de Santo Amaro da Purificação a proclamação que pregava a unidade nacional, e reconhecia a autoridade de D. Pedro I.
Na Bahia a luta pela Independência veio antes da brasileira, e só concretizou-se quase um ano depois do 7 de setembro de 1822: ao contrário da pacífica proclamação às margens do Ipiranga, só ao custo de milhares de vidas e acirradas batalhas por terra e mar emancipou-se de Portugal, de tal modo que seu Hino afirma ter o Sol que nasceu ao 2 de julho brilhado "mais que o primeiro".

sexta-feira, 22 de junho de 2012

Apresentação Junina nas Unidades Escolares



Escola Estadual Menino Jesus de Praga























 









CAP- Centro de Apoio Pedagógico de Feira de Santana






Escola da Obra Promocional de Santana


quinta-feira, 21 de junho de 2012

MENSURAR NÃO, AVALIAR SIM
AVALIAR PRA QUE?
Segundo nossas observações que são confirmadas por muitos autores, podemos responder à pergunta título deste artigo, apontando, que de modo geral serve: para classificar, castigar, definir o destino dos alunos de acordo com as normas escolares.
Pode-se afirmar que a avaliação tem assumido, e já há muito tempo, uma função seletiva, uma função de exclusão daqueles que costumam ser rotulados “menos capazes, com problemas familiares, com problemas de aprendizagem, sem vontade de estudar, sem assistência familiar” e muitos outros termos parecidos.

De acordo com Luckesi (1999), a avaliação que se pratica na escola é a avaliação da culpa. Aponta, ainda, que as notas são usadas para fundamentar necessidades de classificação de alunos, onde são comparados desempenhos e não objetivos que se deseja atingir.

Os currículos de nossas escolas têm sido propostos para atender a massificação do ensino. Não se planeja para cada aluno, mas para muitas turmas de alunos numa hierarquia de séries, por idades mas, esperamos de uma classe com 30 ou mais de 40 alunos, uma única resposta certa.

Segundo Perrenoud (2000), normalmente, define-se o fracasso escolar como a conseqüência de dificuldades de aprendizagem e como a expressão de uma “falta objetiva” de conhecimentos e de competências. Esta visão que “naturaliza” o fracasso, impede a compreensão de que ele resulta de formas e de normas de excelência que foram instituídas pela escola, cuja execução revela algumas arbitrariedades, entre as quais a definição do nível de exigência do qual depende o limiar que separa aqueles que têm êxito daqueles que não o têm. As formas de excelência que a escola valoriza, se tornam critérios e categorias que incidem sobre a aprovação ou reprovação do aluno.

Continua Perrenoud (2000): As classificações escolares refletem às vezes, desigualdades de competências muito efêmeras, logo não se pode acreditar na avaliação da escola. O fracasso escolar só existe no âmbito de uma instituição que tem o poder de julgar, classificar e declarar um aluno em fracasso. É a escola que avalia seus alunos e conclui que alguns fracassam. O fracasso não é a simples tradução lógica de desigualdades reais. O fracasso é sempre relativo a uma cultura escolar definida e, por outro lado, não é um simples reflexo das desigualdades de conhecimento e competência, pois a avaliação da escola põe as hierarquias de excelência a serviço de suas decisões. O fracasso é, assim, um julgamento institucional.

A explicação sobre as causas do fracasso passará obviamente pela reflexão de como a escola explica e lida com as desigualdades reais.

O universo da avaliação escolar é simbólico e instituído pela cultura da mensuração, legitimado pela linguagem jurídica dos regimentos escolares, que legalmente instituídos, funcionam como uma vasta rede e envolvem totalmente a escola. (Lüdke; André, M. 1986)

Compreender as manifestações práticas da prática avaliativa é ao mesmo tempo compreender aquilo que nela está oculto.

Temos ciência de que esta exclusão no interior da escola não se dá apenas pela avaliação e sim pelo currículo como um todo (objetivos, conteúdos, metodologias, formas de relacionamento, etc.). No entanto, além do seu papel específico na exclusão, a avaliação classificatória acaba por influenciar todas as outras práticas escolares.

O que significa em termos de avaliação um aluno ter obtido nota 5,0 ou média 5,0? E o aluno que tirou 4,0? O primeiro, na maioria das escolas está aprovado, enquanto o segundo, reprovado. O que o primeiro sabe é considerado suficiente. Suficiente para que? E o que ele não sabe? O que ele deixou de “saber” não pode ser mais importante do que o que ele “sabe”? E o que o aluno que tirou 4,0 “sabe” não pode ser mais importante do que aquilo que não “sabe”?

Acreditar que tais notas ou conceitos possam por si só explicar o rendimento do aluno e justificar uma decisão de aprovação ou retenção, sem que sejam analisados o processo de ensino-aprendizagem, as condições oferecidas para promover a aprendizagem do aluno, a relevância deste resultado na continuidade de estudos, é, sobretudo, tornar o processo avaliativo extremamente reducionista, reduzindo as possibilidades de professores e alunos tornarem-se detentores de maiores conhecimentos sobre aprendizagem e ensino.

A avaliação, unicamente, “medida”, ranço do positivismo, mais oculta e mistifica do que mostra, ou aponta aquilo que deve ser retomado, ser trabalhado novamente e de outra forma, o que é imprescindível que o aluno conheça. Também não podemos nos esquecer dos instrumentos utilizados para avaliar (confundida com mensuração), que fundamentam este processo decisório e necessitam de questionamentos, não só quanto a sua elaboração, mas, quanto à coerência e adequabilidade com o que foi trabalhado em sala de aula e o modo com que o que vai ser avaliado foi trabalhado.

Avaliar exige, antes que se defina aonde se quer chegar, que se estabeleçam os critérios, para, em seguida, escolherem-se os procedimentos, inclusive aqueles referentes à coleta de dados, comparados e postos em cheque com o contexto e a forma em que foram produzidos.

Para Hadji (2001), a passagem de uma avaliação normativa para a formativa, implica necessariamente uma modificação das práticas do professor em compreender que o aluno é, não só o ponto de partida, mas também o de chegada. Seu progresso só pode ser percebido quando comparado com ele mesmo: Como estava? Como está? As ações desenvolvidas entre as duas questões compõem a avaliação formativa.

A função nuclear da avaliação é ajudar o aluno a aprender e ao professor, ensinar. (Perrenoud, 1999), determinando também quanto e em que nível os objetivos estão sendo atingidos. Para isso é necessário o uso de instrumentos e procedimentos de avaliação adequados. (Libâneo, 1994, p.204).

O valor da avaliação encontra-se no fato do aluno poder tomar conhecimento de seus avanços e dificuldades. Cabe ao professor desafia-lo a superar as dificuldades e continuar progredindo na construção dos conhecimentos. (Luckesi, 1999)

No entender de Luckesi (1999, p.43) “para não ser autoritária e conservadora, a avaliação tem a tarefa de ser diagnóstica, ou seja, deverá ser o instrumento dialético do avanço, terá de ser o instrumento da identificação de novos rumos”. Na página 44, coloca o autor “a avaliação deverá verificar a aprendizagem não só a partir dos mínimos possíveis, mas a partir dos mínimos necessários”[1]. Enfatiza também a importância dos critérios, pois a avaliação não poderá ser praticada sob dados inventados pelo professor, apesar da definição desses critérios não serem fixos e imutáveis, modificando-se de acordo com a necessidade de alunos e professores.

Modificar a forma de avaliar implica na reformulação do processo didático-pedagógico, deslocando também a idéia da avaliação do ensino para a avaliação da aprendizagem.

Saviani, (2000, p.41), afirma que o caminho do conhecimento “É perguntar dentro da cotidianidade do aluno e na sua cultura; mais que ensinar e aprender um conhecimento, é preciso concretizá-lo no cotidiano, questionando, respondendo, avaliando, num trabalho desenvolvido por grupos e indivíduos que constroem o seu mundo e o fazem por si mesmos”.

“O importante não ‘é fazer como se’ cada um houvesse aprendido, mas permitir a cada um aprender”[2]. (Perrenoud, p. 165, 1999)

Avaliar deve servir para cada vez mais permitir a cada um aprender!



Fotos do Encontro sobre Recuperação Paralela com as Unidades Escolares:

 


OBS: Aquelas escolas que não participaram do 1º Encontro serão convocadas para um segundo momento.
 


segunda-feira, 18 de junho de 2012

     CONVITE

  Convidamos todos e todas para o Encontro que abordará a temática "Recuperação Paralela" de portaria nº 5520/2012, será realizada pela Equipe NUPAIP da DIREC 02 .

Data: 20/06/2012 (Quarta-feira)
Local: Colégio Modelo Luiz Eduardo Magalhães          
Horário: 09:00 h

quinta-feira, 14 de junho de 2012

terça-feira, 5 de junho de 2012




Preserve!

05 de junho Dia Mundial do Meio Ambiente.

segunda-feira, 4 de junho de 2012



COMUNICADO IMPORTANTE




Prezados Gestores,

A Secretaria da Educação do Estado da Bahia solicitou, com maior brevidade possível, a adesão das escolas que participarão dos projetos FACE, TAL, AVE, EPA e PROVE nesse ano de 2012.
Em tempo, informamos que a Secretaria está tomando as providências cabíveis para agilizar o repasse de recursos para as Unidades de Ensino iniciarem as atividades de execução dos projetos. Nesse sentido, solicita-se o envio da relação das escolas que aderirem aos projetos até o dia 06 de junho de 2012.
 Solicita-se atenção para o preenchimento correto de todas as informações do referido documento,que foi enviado por email e também em anexo  o arquivo em PDF para maiores esclarecimentos.

Entregar o Termo de Adesão na DIREC no Setor Pedagógico até dia 06/06/2012. Procurar Nilza ou Ana Maria.




 

EM-AÇÃO é um programa estruturante da Secretaria da Educação do Estado da Bahia que visa fortalecer o ensino e a aprendizagem dos conteúdos curriculares da Base Nacional Comum do Ensino Médio, por meio da promoção do direito de aprender do aluno, do fortalecimento da atuação do professor como mediador da aprendizagem e da atuação da escola como espaço de formação de cidadãos. 
Seus objetivos incluem o incentivo aos professores para a formação de grupos colaborativos, de estudo e pesquisa, na escola, o auxílio aos professores no diagnóstico, planejamento e avaliação dos conteúdos curriculares a serem ensinados, na perspectiva da ação, reflexão e intervenção para garantir a aprendizagem dos estudantes. Além disso, valoriza a escola como espaço de formação de professores e, também, de convivência e desenvolvimento do protagonismo juvenil potencializando as funções e atividades próprias do estabelecimento. Objetiva, também, dar suporte pedagógico aos estudantes, contribuir com a articulação entre os programas estruturantes da SEC oferecidos nas unidades escolares e fomentar a cultura da educação integral na escola.
O programa será realizado obedecendo a três vertentes: formação de professores, suporte pedagógico aos estudantes, produção e distribuição de material didático. A formação dos  Articuladores de Área das Escolas (AE) será realizada pelos Articuladores Regionais (AR) nos polos formativos, nas cidades sedes das DIREC's. A formação de professores ocorrerá na própria unidade escolar, mediada pelos AE, nos horários de atividade complementar.
A Direc 02 – Feira de Santana é polo de formação e vai atender mais duas: a Direc 03 - Alagoinhas e a Direc 12 - Serrinha.  As formadoras chamadas de Articuladoras Regionais são Elizabete Bastos – Língua Portuguesa e Fabrízia Maria – Matemática.
Como aderir - Os professores interessados em participar da formação deverão solicitar ao dirigente da Unidade de Ensino que preencha o termo de adesão e envie para o endereço programaemacao.iat@gmail.com. A solicitação não garantirá à escola a participação no programa. Ela deverá ser homologada pela coordenação do programa e divulgada no site do IAT. Terão prioridade as escolas que apresentarem, pelo menos, um articulador de área de língua portuguesa ou de matemática. Caso a Unidade Escolar não possua o articulador de área, o gestor poderá indicar um professor regente efetivo para as vagas disponibilizadas que não forem preenchidas.
As inscrições foram prorrogadas até 10 de junho de 2012, maiores informações no site do IAT - http://www.iat.educacao.ba.gov.br/node/2915 e na CODEB - Direc 02 com as Articuladoras Regionais/Formadoras.


sexta-feira, 1 de junho de 2012


 CONVITE

Prezados Gestores,

    Convidamos todos e todas para a reunião a ser realizada com a coordenadora do SGE da DIREC 02 Marise Lima com o objetivo de informar sobre o Censo Escolar 2012.

Data: 04/06/2012 (Segunda-feira)
Local: Colégio Modelo Luiz Eduardo Magalhães          
Horário: Escola Pública 09:00 as 11:00h
               Escola Particular 15:00 as 17:00h